domingo, 3 de maio de 2020

O paradoxo da concorrência

Personalidade: qual é a sua? - A Mente é Maravilhosa

Paradoxo da concorrência: ela é boa para você enquanto consumidor, mas ruim para você enquanto profissional.

Como profissional, o ideal seria você NÃO ter concorrência. Monopólio irrestrito. Dinheiro fácil.

Por outro lado, isso também poderia lhe deixar molenga. E aí você viraria uma dessas empresas de telefonia que todos nós odiamos.

Você contrata qualquer uma por falta de opção - porque até existe uma concorrência formal, mas na prática não existe, porque todas são iguais - e recebe um serviço ruim, é cobrado por serviços que não existem, qualquer problema é um parto para resolver e assim por diante.

Mas olhar demais pra concorrência não adianta tampouco, porque você estará sempre seguindo a tendência, copiando, nunca criando. Qual a saída então? Vai soar clichê, mas é verdade: seja você mesmo. Compita com você mesmo. Todo mundo que está vivo é um projeto sonhado por Deus desde toda a eternidade.

Trabalhe para ficar tão você mesmo, a ponto de não precisar se preocupar com concorrência. Não porque você a terá vencido no mesmo jogo, mas porque está jogando um outro jogo. O seu jogo.

Putz, eu sei que está parecendo auto-ajuda. Mas não é. É só pensar em qualquer grande empresa ou profissional. Ninguém cria uma Apple, Microsoft ou Facebook tentando vencer a concorrência. Eles criaram e monopolizaram mercados tentando continuamente ser a melhor versão de si mesmas.

É claro que quase ninguém vai repetir esses sucessos estrondosos, por uma distribuição matemática. Mas o princípio segue valendo para qualquer tamanho. Esforçar-se para encontrar - ou melhor: exercer, simplesmente - a sua própria personalidade é o melhor negócio no longo prazo. Se no final não tiver dado certo, pelo menos você não deixa o campo de batalha com um gosto amargo na boca, pensando no que poderia ter sido se tivesse arriscado mais.

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