domingo, 17 de maio de 2020

Quando o ar encontra o sussuro

Nos anos 80, uma pequena empresa de artigos esportivos contratou um jogador de basquete novato para patrocinar uma linha de tênis com uma nova tecnologia que estava desenvolvendo. A marca de tênis mais popular da NBA até então era a Converse, criadora do icônico All-Stars, em uso desde a década de 20. Outra grande marca fornecedora de materiais era a Adidas.

Mas eu estou falando aqui de uma daquelas conjunções de fatores que o modismo convencionou nos últimos tempos chamar de disruptivo. O novato se chamava Michael Jordan, que veio a ser tornar o maior jogador de basquete de todos os tempos; o tênis foi batizado de Air Jordan, desbancou o reinado do All-Stars e se tornou um ícone por si só, catapultando a Nike para a posição de marca de roupas mais valiosa do mundo.

Air Jordan - Wikipedia
Por mais esforço e boas intenções que tenham colocado em seus respectivos campos de atuação, nem Michael Jordan nem a Nike poderiam imaginar o tamanho do sucesso que viria pela frente. Não há como prever e muito menos planejar algo assim. É o tipo de quebra de paradigma que traz sabor à vida e nos inspira. Como a Providência está constantemente operando direta ou indiretamente sobre todas as coisas, penso que podem até ser graças de Deus disfarçadas.

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