quarta-feira, 9 de setembro de 2020

O estandarte da fé

 


Há freiras carmelitas, que com seu hábito marrom e branco, véu e sandálias, no meio do tumulto da cidade, chamam menos atenção do que alguns católicos leigos. Passam despercebidas, denotam naturalidade no seu agir. Diferente daqueles, que se valem de demonstrações vulgares de piedade barata, que usam a religião como mais um estandarte a ser empunhado na Sapucaí da opinião pública, que só faltam ostentarem uma “carteirinha de católico”, para serem vistos pelos homens...talvez já receberam sua recompensa.

Não se trata, é claro, de esconder a fé, de não ter nenhuma expressão exterior de espiritualidade. Todavia os primeiros cristãos transformaram o Império Romano por dentro...eram cidadãos comuns, como os outros...evitavam as ocasiões de pecado, como os espetáculos cruentos e outros costumes da época, mas no mais, não se distinguiam em nada. Eram o fermento na massa, que se mistura e leveda. Eram o sal da terra e a luz do mundo.

A distinção dos discípulos de Cristo não se faz através de roupas, penduricalhos e adereços, ou manifestações de rua, mas foi dada por Ele através de um novo mandamento: "Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo. 13,35).

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